Durante três dias de Mind The Sec 2026, o Laboratório de Ameaças da e-Safer transformou riscos digitais em uma experiência que podia ser vista de perto e até levada para casa. A participação também contou com demonstrações exclusivas ao lado da HackerSec, painel sobre Inteligência Artificial e segurança ofensiva e uma palestra sobre o valor estratégico da confiança para os negócios.
De 15 a 17 de setembro, a e-Safer marcou presença no Mind The Sec 2026 com uma proposta diferente: tirar algumas das ameaças que normalmente enxergamos apenas nas telas e transformá-las em algo físico, visual e impossível de ignorar.
O Laboratório de Ameaças nasceu exatamente dessa ideia.
Durante os três dias de evento, visitantes encontraram no estande um ambiente inspirado em um laboratório de pesquisa e contenção, onde ameaças cibernéticas ganharam identidade própria e foram apresentadas como verdadeiros espécimes a serem identificados, analisados e controlados.
E o resultado não poderia ter sido melhor.
Um laboratório onde as ameaças ganharam forma
Um dos elementos que mais chamou a atenção de quem passou pelo estande foi o grande paredão com ameaças representadas por miniaturas de aproximadamente 25 centímetros.
Personagens inspirados em diferentes tipos de ameaças digitais transformaram conceitos muitas vezes abstratos de cibersegurança em uma experiência visual, aproximando o público de um universo que faz parte diariamente da atuação de profissionais e empresas da área.
As miniaturas rapidamente se tornaram protagonistas do espaço, despertando curiosidade, gerando conversas, fotos e interação com os visitantes.
Mais do que elementos cenográficos, elas ajudaram a materializar uma mensagem importante: as ameaças podem assumir diferentes formas, comportamentos e caminhos e conhecer aquilo que se pretende combater é parte fundamental de qualquer estratégia de defesa.
A ativação que colocou as ameaças nas mãos dos participantes
E algumas dessas ameaças não ficaram apenas no Laboratório.
Durante os três dias do Mind The Sec 2026, a e-Safer realizou uma ativação especial com os visitantes do estande.
Participar era simples: bastava escanear o QR Code disponível no espaço e preencher o formulário de inscrição.
Todos os dias, às 16h00, 12 participantes eram contemplados por dia de evento e recebiam uma mensagem informando que poderiam retirar sua própria ameaça no estande da e-Safer.
A ação despertou a curiosidade do público e criou um novo momento de interação a cada dia, transformando os personagens do Laboratório de Ameaças em uma lembrança exclusiva da experiência no evento.
Porque, desta vez, havia uma ameaça que todo mundo queria levar para casa.

HackerSec e e-Safer: segurança ofensiva também fez parte do Laboratório
O Laboratório de Ameaças não ficou restrito à área de exposição.
Em uma sala privativa, a e-Safer e a HackerSec receberam convidados para demonstrações que aproximaram ainda mais o público da segurança ofensiva e das novas possibilidades trazidas pela tecnologia.
As demos mostraram, na prática, como a evolução das ameaças exige também uma evolução na maneira de identificar exposições, testar ambientes e antecipar os caminhos que poderiam ser utilizados por um atacante.
Em um cenário no qual automação e Inteligência Artificial passam a fazer parte dos dois lados da cibersegurança, testar continuamente a capacidade de defesa das organizações deixa de ser apenas uma atividade técnica e passa a integrar uma estratégia mais ampla de gestão de riscos e resiliência.
O hacker ganhou um copiloto. E agora?
A Inteligência Artificial também esteve no centro das discussões levadas pela e-Safer ao conteúdo do Mind The Sec 2026.
No segundo dia do evento, 16 de setembro, o painel “O hacker ganhou um copiloto. E agora?” reuniu especialistas no Palco Horst Fiestel – Trilha Tendências, às 15h30, para discutir uma transformação que já impacta diretamente a segurança ofensiva.
Com Andre Silva, da HackerSec, como moderador, participaram da conversa:
- Rodrigo Canola, da Tembici
- Vitor Clemente, da Santa Joana
- João Moura, do BRB Card
O debate partiu de uma realidade cada vez mais presente no mercado: a Inteligência Artificial está mudando a maneira como ataques podem ser planejados, executados e escalados.
Reconhecimento de ambientes, exploração de vulnerabilidades, engenharia social, automação de ataques e operações de Pentest são algumas das áreas que passam a ganhar novos recursos e velocidade com a IA.
Mas a discussão foi além das ferramentas.
A principal provocação esteve justamente no impacto dessa mudança para as empresas: o que acontece quando a capacidade ofensiva também passa a ser ampliada pela Inteligência Artificial?
Se os atacantes evoluem sua capacidade de encontrar caminhos, testar possibilidades e ganhar escala, as organizações também precisam evoluir sua capacidade de antecipar exposições e validar continuamente sua segurança.

Da proteção à economia da confiança
Ainda no dia 16, às 16h30, foi a vez de Eder Souza, CTSO da e-Safer, subir ao Palco Soluções – Elizebeth Smith Friedman com a palestra:
“A economia da confiança: como serviços de Cibersegurança criam valor, protegem reputações e garantem continuidade dos negócios.”
A apresentação trouxe uma perspectiva essencial para organizações que já perceberam que cibersegurança não pode mais ser tratada exclusivamente como uma discussão tecnológica.
Em empresas cada vez mais digitais e interconectadas, confiança se tornou um ativo estratégico.
- Clientes precisam confiar que seus dados estarão protegidos;
- Parceiros precisam confiar nas conexões estabelecidas;
- Operações precisam permanecer disponíveis;
- Lideranças precisam entender os riscos que podem interromper o negócio.
Nesse contexto, investir em cibersegurança significa também proteger reputações, preservar operações, fortalecer relações e criar condições para que o negócio continue crescendo com segurança.
A reflexão apresentada por Eder reforçou uma visão que está no centro da atuação da e-Safer: segurança não existe isolada da estratégia corporativa, ela é parte da continuidade, da resiliência e do próprio valor de uma organização.

Três dias para observar, identificar e entender as ameaças
O Mind The Sec 2026 terminou, mas o conceito apresentado pelo Laboratório de Ameaças permanece.
Durante três dias, transformamos ameaças em personagens, aproximamos visitantes de discussões técnicas, criamos experiências, mostramos segurança ofensiva na prática e levamos aos palcos conversas sobre alguns dos desafios que estão redefinindo a cibersegurança.
Por trás de cada miniatura que despertou curiosidade no estande existe uma ameaça real.
Por trás de cada ataque existe um caminho.
E, antes que esse caminho seja explorado, ele precisa ser identificado.
Esse é o verdadeiro trabalho de um Laboratório de Ameaças: observar o que outros não veem, compreender como cada ameaça se comporta e transformar esse conhecimento em capacidade de proteção.
O evento acabou. As ameaças, não.
A evolução da Inteligência Artificial, o aumento da automação, a ampliação das superfícies de ataque e a sofisticação das técnicas ofensivas mostram que a cibersegurança precisa estar em movimento constante.
A e-Safer atua conectando capacidades de proteção, detecção, resposta, recuperação e segurança ofensiva para apoiar organizações na construção de estratégias de cibersegurança mais completas e coordenadas.
Quer entender quais ameaças podem estar encontrando caminhos dentro do seu ambiente antes que um atacante encontre?
Fale com os especialistas da e-Safer e descubra como fortalecer sua estratégia de cibersegurança.













