Como a tecnologia pode contribuir para tornar o cuidado ao paciente mais seguro? Essa foi uma das reflexões centrais do 11º Fórum Latino-Americano de Qualidade e Segurança na Saúde, realizado nos dias 28 e 29 de julho, em São Paulo.
Promovido pelo Hospital Israelita Albert Einstein, em parceria com o Institute for Healthcare Improvement (IHI), o evento teve como tema “O olhar para o paciente: conexões que transformam” e reuniu profissionais, pesquisadores e lideranças das áreas de saúde, tecnologia, qualidade e gestão de riscos para discutir práticas e tendências voltadas à evolução da assistência em saúde.
Representando a e-Safer, o Vice-Presidente Mauro Brunetti participou como painelista da trilha “Cibersegurança como Pilar da Segurança do Paciente”, contribuindo para o debate sobre os desafios da segurança digital em ambientes onde a indisponibilidade de sistemas ou falhas operacionais podem impactar diretamente a assistência ao paciente.

A cibersegurança como parte da gestão de riscos
À medida que hospitais incorporam prontuários eletrônicos, equipamentos conectados, inteligência artificial e outras tecnologias em suas rotinas, a segurança digital passa a ocupar um papel cada vez mais relevante na gestão dos serviços de saúde.
Durante o painel, especialistas discutiram como preparar organizações para responder a incidentes, fortalecer a resiliência operacional e criar processos capazes de sustentar decisões críticas mesmo em cenários de alta complexidade.
“Quando falamos em hospitais, proteger sistemas significa proteger pessoas. A cibersegurança deixou de ser apenas uma preocupação tecnológica e passou a ser um elemento essencial para garantir a continuidade da assistência e a segurança do paciente.”
Mauro Brunetti, Vice-Presidente da e-Safer
Um debate sobre decisões onde o erro não é uma opção
O painel promoveu uma troca de experiências entre profissionais de diferentes setores que convivem diariamente com operações críticas, nas quais uma única falha pode gerar consequências significativas.
As discussões abordaram temas como cultura organizacional voltada à precisão, gestão de crises, continuidade operacional, liderança em momentos críticos e o uso da inteligência artificial para apoiar a tomada de decisões. Também foram debatidos os limites entre automação e intervenção humana, além dos desafios de simplificar processos sem comprometer a segurança.
A diversidade de perspectivas mostrou que, independentemente do segmento, organizações resilientes compartilham princípios em comum: preparo, governança, colaboração entre equipes e capacidade de adaptação diante de situações inesperadas.
Reconhecimento da atuação da e-Safer

A participação da e-Safer no Fórum reforça o reconhecimento da empresa em discussões estratégicas sobre proteção de ambientes críticos.
Convidada para integrar a programação da trilha dedicada à cibersegurança, a empresa levou ao evento sua experiência na proteção de organizações altamente dependentes de tecnologia, contribuindo para um debate que conectou inovação, gestão de riscos e continuidade operacional no contexto da saúde.
Para Mauro Brunetti, representar a e-Safer em um evento promovido pelo Hospital Israelita Albert Einstein foi uma oportunidade de compartilhar conhecimento e trocar experiências com especialistas de diferentes áreas, fortalecendo a aproximação entre cibersegurança e segurança assistencial.
Tecnologia e cuidado caminham juntos
A transformação digital continuará ampliando as possibilidades da assistência em saúde. Ao mesmo tempo, exigirá que instituições estejam cada vez mais preparadas para proteger seus ambientes digitais e garantir a disponibilidade dos serviços dos quais pacientes e profissionais dependem diariamente.
Ao participar do 11º Fórum Latino-Americano de Qualidade e Segurança na Saúde, a e-Safer reafirma seu compromisso em contribuir para a construção de organizações mais resilientes, nas quais tecnologia, gestão de riscos e segurança caminham juntas para apoiar um cuidado cada vez mais seguro.
“Quando falamos em hospitais, proteger sistemas significa proteger pessoas. A cibersegurança deixou de ser apenas uma preocupação tecnológica e passou a ser um elemento essencial para garantir a continuidade da assistência e a segurança do paciente.”










